Posts Tagged ‘Burn Notice’

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Séries!

junho 15, 2009

Sabe, tem uma coisa que até faz a gente perdoar a HBO, Showtime e outras redes de TV a cabo americanas de produzirem séries com tão poucos episódios por temporada (são só 13, em média): Elas passam justamente no intervalo das séries “comuns”.

Claro que tem o fato delas serem excelentes, o que faz a espera de mais de seis meses ficar quase insuportável (ainda bem que temos as séries “comuns” para passar o tempo, hehehe), mas seria muita informação pra nossa cabecinha se todos os seriados dos EUA passassem no período de setembro a maio…

Até agora, já estrearam nos EUA:

  • A quinta temporada da excelente série Weeds, que conta a história de uma dona-de-casa viúva que, para sustentar a casa e os filhos, começa a vender maconha;
  • A terceira temporada de Burn Notice, do espião que foi “queimado” e tem que se virar fazendo bicos em Miami até descobrir quem fez isso com ele e por quê;
  • Nurse Jackie, a nova série da Edie Falco (Sopranos, 30 Rock), sobre a enfermeira do título, que tem problemas sérios com drogas, e tem que lidar com médicos egoístas e pacientes problemáticos.

Ainda tem:

  • Hoje, dia 14: a estreia da segunda temporada de True Blood, a série que bota os vampiros mariquinhas de Crepúsculo no chinelo;
  • Domingo, dia 12 de julho: a nova temporada de Entourage, sobre Vincent Chase e sua… entourage (dã), aprontando altas confusões do barulho tentando fazer sucesso em Hollywood.

O bom é que tem série para todo e qualquer gosto: ação (Burn Notice), comédia (Entourage), comédia de humor negro (Nurse Jackie), dramédia (Weeds), e drama com toques sobrenaturais (True Blood). Se quer uma recomendação para o que ver durante a entressafra, qualquer uma das cinco acima caem muito bem!

De presente, a bizarra abertura de True Blood:

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Burn Notice

janeiro 28, 2009

Burn Notice

Ser um espião é como sentar na sala de espera do seu dentista 24 horas por dia. Lê uma revista, toma um cafezinho, e de vez em quando, alguém tenta te matar.

Michael Weston era um espião. E então decidiram que ele não seria mais um espião, mas espiões não recebem uma carta do RH, eles são queimados. Te jogam em uma cidade (Miami, no caso), sem dinheiro, sem crédito, sem currículo.

Então Michael tem que se virar, fazendo qualquer tipo de trabalho que aparece na sua frente, geralmente salvando fracos e oprimidos de bandidos que querem passá-los para trás de alguma maneira, e no meio tempo ainda descobrir quem o queimou, e por quê. Para isso conta com a ajuda de um amigo ex-informante do FBI (Bruce Campbell, de Uma Noite Alucinante) e uma ex-namorada que adora atirar.

Uma coisa legal são as pequenas informações que Michael dá a cada episódio, como a que inicia esse texto ou a que diz que “conferências internacionais atraem espiões pela mesma razão que bares de hotéis atraem prostitutas: você pode fazer negócios e ainda beber de graça” e que “lidar com um operativo treinado é como jogar xadrez com profissionais. Lidar com criminosos, no entanto, é como jogar damas com um garotinho pequeno: eles gostam de mudar as regas”.

Outra coisa interessante da série é que Miami é tipo o estereótipo do Rio de Janeiro, só que americano. Mulheres gostosas, homens malhados, sol o ano inteiro, praia e curtição, tudo naquelas camisas floridas que só americanos sabem usar, hehehe.

Na segunda temporada (que voltou semana passada nos EUA, após um longo hiato), Michael começa a descobrir os responsáveis pela sua condição, sendo obrigado a trabalhar para eles (comandada pela Tricia Helfer – a Six de Battlestar Galactica, mas muito mais feia aqui) e a primeira logo logo vai ser lançada em DVD por aqui. Então prepare o bolso, porque essa série vale a pena!