Archive for the ‘Música’ Category

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maio 12, 2010

Um pouquinho de She & Him, porque… bem, porque sim!

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Muppets e a Rapsódia Boêmia

novembro 24, 2009

Vídeo bacana dos Muppets cantando o clássico do Queen Bohemian Rhapsody:

 

Isso me fez lembrar do melhor cover da música na minha opinião, em Quanto Mais Idiota Melhor. Party Time! Excellent!

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Top 5 de bandas que descobri esse ano

dezembro 23, 2008

Daqui a pouco começaremos a ouvir a Simone cantando “Então é Natal” e propagandas do programa do Roberto Carlos na televisão. Isso só pode significar que é fim de ano, e nada combina mais com fim de ano que… Listas!

Então resolvi fazer o Top 5 de bandas que descobri em 2008. Não interessa se ela é nova ou velha, se tem um CD lançado ou 543, o que importa é que eu tenha começado a ouvi-la esse ano. Vamos lá:

#5 The Hold Steady
Nunca tinha nem ouvido falar da banda até o início desse ano, mas descobri que já são velhos de estrada e têm 4 CDs lançados, apesar de eu só conhecer o último, Stay Positive, que chegou a ser o #1 na UK Indie Chart. São frequentemente comparados a Bruce Springsteen, e isso só pode significar uma coisa: o bom e velho rock’n’roll. OLEDS picks: Joke About Jamaica, Yeah Sapphire

#4 Spoon
Essa é uma banda favorita de muita gente, mas nunca tinha parado pra escutar (na verdade, a única música que tinha escutado foi uma que apareceu em The O.C. (o seriado era uma titica, mas a trilha era excelente, e ainda nos deu uma das melhores esquetes do SNL, Dear Sister). A banda lançou seu último CD Ga Ga Ga Ga Ga (cacho que acertei no número de Gas, sei não) e nem dei muita bola, achei que com um nome desses o álbum ia ser uma droga, hehehe. Mas há poucos meses resolvi dar uma chance e vi que era uma besteira muito grande de minha parte e que eles realmente valem a pena ser escutados. OLEDS picks: Don’t Make Me a Target, You Got Yr. Cherry Bomb.

#3 The Most Serene Republic
Essa é uma banda difícil de caracterizar. Talvez o som mais próximo deles seja o da banda Broken Social Scene (que infelizmente também não é bem conhecida), mas vou tentar mesmo assim: pense em muitas vozes e muitos instrumentos misturados, revolvidos e jogados de volta, além de letra e música bastante intrincadas – sério, eu nunca entendi nenhuma letra deles. Mas tudo isso de maneira interessante, e curiosa. OLEDS picks de seu segundo CD, Population: Present of Future End, The Men Who Live Upstairs.

#2 Los Campesinos!
Seguindo a tradição de bandas com “!” no nome, Los Campesinos! foi uma das mais gratas descobertas que tive esse ano (eles já têm dois álbuns – Hold On Now, Youngster… e We Are Beautiful, We Are Doomed, ambos lançados esse ano. Prolixos, né?). Na verdade, é um gosto adquirido. A primeira vez que você escuta a voz levemente desafinada de Gareth Campesinos! (é, os membros usam a banda como sobrenome, uma coisa meio Tianastácia de ser), você pensa “Que coisa é essa?”, mas como o instrumental é muito bom, você acaba se acostumando e até gostando do vocal. Fora que suas músicas têm ótimos nomes, como This Is How You Spell “HAHAHA, We Destroyed the Hopes and Dreams of a Generation of Faux-Romantics”. Fala que não é ótimo? OLEDS picks: 2007: The Year Punk Broke (My Heart) e You! Me! Dancing

#1 The New Pornographers
Descoberta recentíssima graças às recomendações do last.fm, Os Novos Pornógrafos são a minha banda favorita do ano. Definitivamente. Eu simplesmente não consigo parar de ouvi-los.  O supergrupo (aparentemente todos os integrantes já eram relativamente famosos no Canadá, de onde vem a banda) possui uma música bacana, e dois vocalistas muito bons (especialmente a mulher, Neko Case). Ouvi dois CDs excelentes (Twin Cinema e Challengers), e não sei porque eles não são mais conhecidos aqui… OLEDS picks: Challengers, My Rights Versus Yours e The Bleeding Heart Show.

Runners-up: MGMT, Interpol, +/-, The Boy Least Likely To, Margot & The Nuclear So & So’s

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Tchubaruba

dezembro 13, 2008

Estou me sentindo um peixe fora d’água. Parece que sou o único blog brasileiro a não ter falado da mais nova garota prodígio do momento. Não, nada da Maísa, estou falando da Mallu Magalhães, aquela garotinha que namora o pedóf… ops, cantor Marcelo Camello. O problema de ser o último a falar é que parece que tudo o que tinha a ser dito já foi dito, então vou siplificar e colocar a análise que o Te Dou Um Dado? fez da entrevista que a garota fez para a Época:

Atenção pais e responsáveis quanto ao consumo de Toddynho! Mallu Magalhães consumiu o produto antes de dar uma entrevista para a Época e bem… só o consumo excessivo de Toddynho pode justificar isso:

O que a Mallu sempre quis ser quando “crescesse” – 1:

“Eu sempre quis fugir com o circo, mas nunca pude fugir. É, entrar em um ônibus e fugir com o circo. Queria poder pintar, fazer os cenários, as roupas, colocar o coração deles ali.”

O que a Mallu sempre quis ser quando “crescesse” – 2:

“Eu nunca pensei que fosse ser artista. Achei que fosse ser veterinária ou assistente social. Ou motorista de ambulância.”

O que a Mallu sempre quis ser quando “crescesse” – 3:

“Por isso eu sempre quis ser jornalista. Queria fugir com o circo para entrevistar as pessoas na viagem.”

E finalmente, Mallu Magalhães – Uma menina por DENTRO das coisas:

Você sai pra dançar?Dentro de mim, lógico.”

“Nasci num contexto e não posso relutar contra ele – ainda que dentro de mim eu relute.”

“Eu era uma criança triste. Ou melhor, era uma criança feliz dentro de uma vida de criança.”

“A gente estava ensaiando num estúdio novo e eu fiz um acorde torto no violão. Senti que ele resumia exatamente o grito que eu estava dando dentro de mim.”

“Eu falo um monte de coisas da boca pra fora e, depois de um tempo, vejo que aquilo era exatamente o que eu devia ter falado. Era da boca pra dentro.”

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The Killers – Day & Age

dezembro 4, 2008

Day & AgeHoje percebi que já tinha um tempão que não falava de música. Então resolvi falar sobre o quarto disco (alguém ainda usa essa palavra?) dos Killers, Day & Age.

De cara já percebemos que é bem diferente do anterior, Sam’s Town, apesar de Brandon Flowers jurar que é uma continuação dele. Enquanto este era bem épico, aquele traz de volta um pouco do primeiro álbum, Hot Fuss (que ainda é o melhor deles).

O CD começa muito bem, com Losing Touch, Human e Spaceman (que parece ter saído direto de Sam’s Town). Joy Ride começa meio estranha, numa vibe meio Lionel Ritchie, mas depois fica (um pouco) mais interessante. I Can’t Stay também é meio estranhinha, um ritmo caribenho com um solo de saxofone no meio… As outras músicas ficam com um meio termo, subindo ou descendo de qualidade conforme o abor do vento, mas o destaque final fica com uma bonus track, Foreget About What I Said, que fecha bem o álbum, da mesma forma que começou.

Apesar de não ser o melhor álbum da carreira da banda, Day & Age cumpriu bem seu papel, na minha opinião.

Nota:

7/10

7/10

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It’s the end of the world as we know it…

outubro 10, 2008

Segundo o Yahoo!, o novo disco dos Guns N’ Roses, o já lendário Chinese Democracy, sai em novembro!

Pronto! Depois da morte da Dercy e do lançamento do Chinese Democracy, só falta ver filhote de pombo e enterro de anão pra nada mais me surpreender nesse mundo…

Detalhe: procurando alguma foto pra ilustrar esse momento histórico, me deparo com a notícia que o disco seria lançado junto com o filme Fim dos Dias, com o Schwarzenegger. Preciso dizer o que vai acontecer com a civilização ocidental quando esse dia realmente ocorrer?

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Dancer?

outubro 6, 2008

Então o Killers lançou seu novo single no MySpace. E como tudo na internet, foi logo parar nas redes P2P… Musiquinha muito bacana e tal, daquelas de por no repeat e esquecer, voltando um pouco ao primeiro álbum, Hot Fuss e deixando de lado a aura “Mamãe quero ser Freddie Mercury” do Sam’s Town (que eu gostei, por sinal, apesar das pesadas críticas contrárias). Só tem um pequeno detalhe: a letra. Olha só os primeiros versos do refrão:

Are we human?
Or are we dancer?

Esses devem ser os versos mais idiotas da história da música. Sério. Somos humanos ou dançarinos? . Hum, considerando que provavelmente temos que ser humanos para sermos dançarinos, acho que você tem a resposta, seu tonto…

Diz o Brandon Flowers que a letra veio de um comentário que o Hunter S. Thompson fez, de que os EUA estão criando uma geração de dançarinos. Então tá. Mas colocar um escritor de renome como justificativa não a transforma automaticamente em uma justificativa inteligente não, tá? Ficadica.

Bom, eu ainda prefiro uma versão assim, meio Phoebe Buffay:

Are we human?

Or Tony Danza?