Archive for março \29\UTC 2009

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Party Down

março 29, 2009

Esse é o nome da nova série de Rob Thomas (criador da superfantástica e imbatível Veronica Mars), sobre atores fracassados que trabalham em um buffet. Parecendo uma reunião de atores que fizeram parte de VM, a série conta com Ken Marino, Ryan Hansen, Adam Scott, Enrico Colantoni, Jason Dohring e a própria Kristen Bell, além da ótima Jane Lynch (que faz a psiquiatra em 2½ Men).

Infelizmente a série deixa muito a desejar, especialmente pela qualidade do criador e do elenco. Deveria ser uma comédia, mas, bem, não é. As piadas simplesmente não funcionam (e as que funcionaram eu não entendi, já que nunca vi Repo Men…), os personagens não são nada carismáticos (exceto o da Jane. Ela é muito boa) e a história não engata. O Bruno Carvalho disse que é uma tentativa mal-sucedida de um novo The Office. E eu concordo com ele.

Vou ver mais um ou dois episódios, mas só por respeito ao Rob Thomas, porque não acredito que ia se meter numa roubada dessas.

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Strip Friday

março 13, 2009

Comemorando a Sexta-Feira 13

One More Day

Deus em um dia de mau humor ou O mais novo filme de George Romero

-Querido Deus, eu queria que, quando acordasse, o Vovô estivesse vivo… só por mais um dia.

-Alô! Alôôô! Mas que diabos está acontecendo aqui?

De The Perry Bible Fellowship

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Watchmen

março 8, 2009

watchmen

Infilmável. Esse era o adjetivo mais utilizado quando falava-se em adaptações de Watchmen, obra-prima de Alan Moore e Dave Gibbons. E, pra falar a verdade, filmar toda a obra como a original é realmente impossível. O texto tem detalhes demais, sutilezas demais para caber em duas (ou três) horas de filme.

A boa notícia, porém, é que Zack Snyder, o “visionário” (‘té parece) diretor de 300, conseguiu transpor para a tela todo o clima de Watchmen, criando um excelente filme, que vale toda a expectativa criada em cima dele. Ele contém basicamente o centro da narrativa da HQ: em 1985, numa época em que o vigilantismo é proibido e com Nixon em seu quinto mandato consecutivo, o Comediante é morto e Rorschach passa a investigar sua morte, ao mesmo tempo em que o Relógio do Juízo Final avança para a meia-noite, significando a destruição da humanidade por uma guerra nuclear. Falar mais do que isso pode estragar a surpresa de quem não conhece a HQ (e quem conhece, já sabe do que se trata, hehehe. Porém, vale lembrar que o final do filme é diferente dos quadrinhos. Funciona extremamente bem, apesar de tudo.).

Os créditos iniciais foram perfeitos. Ao som de The Times They Are A-Changing, do Bob Dylan, conta-se a história do mundo e dos heróis desde 1940, com a criação dos Minute Men até os anos 1980, passando pela criação dos Watchmen, a proibição do vigilantismo e a iminente guerra entre os EUA e a URSS. Infelizmente a trilha não segue esse casamento perfeito do início. A utilização de 99 Luftballons (apesar de ser uma ótima música) durante o encontro do Coruja com a Espectral em suas identidades civis me fez pensar em Férias Frustradas (especialmente pelo fato de que o Coruja está IGUAL ao Chevy Chase) e usar The Sound of Silence na cena do funeral também não ficou legal. A Cavalgada das Valquírias então, ficou horrível (apesar de nos fazer lembrar de Apocalypse Now)…

Fora esse pequeno detalhe (que nem é tão grande assim, já que as músicas em si são excelentes), pode-se dizer que Watchmen é a melhor adaptação de quadrinhos, ainda mais por fazer jus ao material original. Ah, e vale dizer que ainda serão lançados DVDs de Os Conto do Cargueiro Negro (o quadrinho dentro do quadrinho), Sob o Capuz (documentário escrito pelo primeiro Coruja) e do próprio filme, que terá uma hora a mais de duração, devendo mostrar coisas que ficaram de fora da versão do cinema, como a interação entre os habitantes de New York (senti falta do garoto e do dono da banca de jornal…)!

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Strip Friday

março 5, 2009

Pepper

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I’m the king of the world!

março 1, 2009

Putz, tem tanta coisa errada com essa foto que não sei nem por onde começar…

titanic

Não, sei sim:

titanicwtf