Archive for outubro \24\UTC 2008

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Faça o que eu digo, não faça o que faço

outubro 24, 2008

Do Globo Esporte:
Túlio Maravilha: ‘Do jeito que está , o Botafogo só vai viver da lembrança de 95’
Atacante afirma que tem fórmula para resolver problemas financeiros do clube e diz que já ficou sem receber no Alvinegro de General Severiano

Então o Botafogo quer resolver problemas financeiros recebendo dicas de um cara que claramente sabe o que faz:

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O clímax de 8 anos de governo…

outubro 21, 2008

Bush chegando em casa…

-Ei querido, como foi seu dia?

-Bem… podemos dizer que foi o clímax de 8 anos que estive no poder, e onde minhas decisões criaram um completo colapso global. Nosso país está no limite da falência e toda a civilização está num caos histórico. Considerando tudo não seria errado dizer que é tudo minha responsabilidade, e a esse respeito poderia-se até dizer que não foi o meu melhor dia em todos os tempos, mas ah, é a vida. Não se pode ganhar sempre! O que tem pro jantar, querida? Tô louco por espaguete com almôndegas! É tão gostoso!

Via Wulffmorgenthaler

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Life on Mars US

outubro 14, 2008

Life on Mars US

Americanos têm a mania de refazer coisas que já deram certo. Na maioria das vezes, isso dá bem errado, como nos milhões de remakes de filmes orientais. Outras dá bem certo, como a versão de The Office (mesmo com uma fraquíssima primeira temporada – cópia da milhões de vezes superior versão britânica), mas puxa, eles falam a mesma língua! Será que seria tão pior só televisionar a original?

A mais nova vítima foi a excelente!!!!! (5 pontos de exclamação! – ™Santaum) Life on Mars. Ela conta a história de Sam Tyler, detetive que, ao tentar solucionar o caso do seqüestro de sua namorada por um assassino, é atropelado (ao som de Life on Mars, do Bowie – daí o nome da série) e vai parar em 1973. Lá, ele tem que entender sua situação – se está em coma em 2006, se realmente voltou no tempo ou se está simplesmente louco – enquanto trabalha como detetive no mesmo distrito onde trabalhava antes do acidente.

A versão do lado de cá do Atlântico é praticamente uma cópia da britânica. Mas infelizmente a série não tem metade do carisma da original. O time formado por Sam Tyler como o detetive bonzinho e cheio de técnicas modernas e Gene Hunt como o chefe policial old school era uma das melhores coisas da série. Na nova, só consegui pensar: “Puxa, esse Gene esqueceu a bengala em casa, né?”. Não que o seriado seja ruim. O que estou dizendo é que, bem, não precisava.

Fora que alguns detalhes me deixaram chateado: assim como na versão original, Sam acorda e sai correndo, sem entender o que se passa. Na original, ele chega no distrito e vê tudo mudado, achando, de início, que era tudo uma brincadeira dos colegas. Na nova, Tyler vê o World Trade Center e continua achando que é uma brincadeira. Como assim? O cara vê as malditas Duas Torres de pé e ainda acha que está em 2008!!! E que bar é aquele? O atendente é de Poughkeepsie?!? Cadê o Jamaicano? Tá, eu sei que esse último é reclamação típica de fanboy, mas é que Life on Mars UK é tão bom que a gente fica achando defeito em tudo…

E uma última preocupação: conhecendo os canais americanos, tenho certeza que, se a série fizer sucesso, eles irão estendê-la por sei lá, oito ou nove temporadas. Qualquer um que tenha visto a original sabe que isso é um tiro no pé. Tenha medo, tenha muito medo!

PS.: Pelo menos as cenas de vergonha alheia entre o Sam, com seus comentários de século XXI, e o resto do pessoal continuam, hehehe.

(Mas na dúvida, fique com a original.)

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It’s the end of the world as we know it…

outubro 10, 2008

Segundo o Yahoo!, o novo disco dos Guns N’ Roses, o já lendário Chinese Democracy, sai em novembro!

Pronto! Depois da morte da Dercy e do lançamento do Chinese Democracy, só falta ver filhote de pombo e enterro de anão pra nada mais me surpreender nesse mundo…

Detalhe: procurando alguma foto pra ilustrar esse momento histórico, me deparo com a notícia que o disco seria lançado junto com o filme Fim dos Dias, com o Schwarzenegger. Preciso dizer o que vai acontecer com a civilização ocidental quando esse dia realmente ocorrer?

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Dancer?

outubro 6, 2008

Então o Killers lançou seu novo single no MySpace. E como tudo na internet, foi logo parar nas redes P2P… Musiquinha muito bacana e tal, daquelas de por no repeat e esquecer, voltando um pouco ao primeiro álbum, Hot Fuss e deixando de lado a aura “Mamãe quero ser Freddie Mercury” do Sam’s Town (que eu gostei, por sinal, apesar das pesadas críticas contrárias). Só tem um pequeno detalhe: a letra. Olha só os primeiros versos do refrão:

Are we human?
Or are we dancer?

Esses devem ser os versos mais idiotas da história da música. Sério. Somos humanos ou dançarinos? . Hum, considerando que provavelmente temos que ser humanos para sermos dançarinos, acho que você tem a resposta, seu tonto…

Diz o Brandon Flowers que a letra veio de um comentário que o Hunter S. Thompson fez, de que os EUA estão criando uma geração de dançarinos. Então tá. Mas colocar um escritor de renome como justificativa não a transforma automaticamente em uma justificativa inteligente não, tá? Ficadica.

Bom, eu ainda prefiro uma versão assim, meio Phoebe Buffay:

Are we human?

Or Tony Danza?
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Notícia bizarra da semana

outubro 2, 2008

Britânica recebe multa por passar muito tempo em rede fast food

A rede decidiu contratar uma empresa para cuidar do estacionamento e limitou o tempo máximo, pra evitar aqueles espertinhos que deixam o carro lá e vão fazer outra coisa. A coitada foi comer um McLanche Feliz e foi multada porque ficou mais que o tempo permitido… resultado: menos 500 reais na carteira.

A comilona.

Tá certo que eu não sou o que se pode considerar a epítome do corpo bonito, mas olha a foto!! Será que não dá pra perceber que ela pode sim ficar uma hora e meia em um fast food?
Mas nada melhor que o anúncio na página: Get that celebrity body! Não precisa nem clicar, nem ligar pro (011)1406. É só ficar duas horas por dia num fast food, ué!

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outubro 2, 2008

Achei um blog fenomenal (via Curto e Grosso): Garfield minus Garfield.

Um cara resolveu tirar tudo da tirinha do Garfield menos o Jon, aquele perdedor que todos amamos. Como o autor bem coloca, “é uma jornada profunda na mente de um isolado jovem comum enquanto ele perde uma batalha contra a solidão e a depressão em um calmo subúrbio americano…”