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Reflexões aéreas

março 19, 2008

Entramos no avião, mal acomodamos na cadeira e a aeromoça desanda a falar: “Bom dia, senhores passageiros, esse é o vôo trá-lá-lá com destino a… a… … … Belo Horizonte.”

Entendo a hesitação da moça, porque é mesmo muito difícil decorar o nome de uma cidade para a qual você viaja todo santo dia, né?

Depois vem a ladainha sobre o que fazer em caso de emergência. “Se o avião pousar na água, o assento da sua poltrona é flutuante.”

Sim, porque realmente há o perigo real e iminente de fazer um pouso na água num vôo entre São Paulo e Belo Horizonte. Quem sabe não caímos no Tietê… Se bem que, do jeito que o rio é poluído, é provável que o avião nem afunde…


Por último, vem a luzinha de apertar os cintos em casos de turbulência. Passou qualquer ventinho e lá está a famigerada buzininha mandando você colocar o cinto.

E faz todo o sentido. Porque usar um paninho amarrado na cintura numa queda a 800km/h de 10 quilômetros de altura vai me manter vivo como mesmo?


PS. Mas poucas coisas são piores que a Gol dar luvas pras aeromoças e falar que é blusa de frio, né? Oh, pobreza…

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One comment

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



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