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Festival do Rio

outubro 6, 2006

The Fountain

Uma palavra: Lindo!

Há muito tempo eu não via um filme tão bonito, tanto no sentido visual quanto no da história, quanto The Fountain. Segundo a sinopse copiada quase descaradamente do Omelete, Hugh Jackman é Tommy Creo, um cientista que pesquisa da cura do câncer. Seu sucesso trará conseqüências pessoais, já que sua esposa Izzi (Rachel Weisz), está morrendo com um tumor cerebral. A chance de sucesso chega juntamente com seu time de pesquisadores, que traz uma amostra de uma árvore singular das selvas da América do Sul. A planta pode ser a cura que ele tanto busca. Enquanto isso, Izzi escreve um livro sobre um conquistador (Jackman) que viaja para o Novo Mundo em busca da Árvore da Vida a pedido da rainha Isabel (Weisz). A terceira parte da história é passada no futuro, quando o cientista (Jackman de novo) viaja pelo espaço dentro de uma bolha junto com a tal árvore.

Na verdade as três histórias não estão separadas no filme, mas acontecem a mesmo tempo, e vão se entrelaçar de uma maneira muito legal – ainda que desconcertante – no final. O mais interessante é que o filme não se propõe a dar respostas fáceis às perguntas que faz. Cada pessoa vai ter uma percepção diferente do final do filme (eu mesmo ainda não consegui decidir entre duas opções…).

O visual do filme, como já disse, é lindo. A terceira parte, que se passa no futuro, tem efeitos especiais magníficos (em especial se levarmos em conta que o orçamento do filme foi de apenas U$35 milhões). Emocionalmente, Fonte da Vida (o título em português) também é ótimo. A cena em que o cientista no futuro finalmente entende o que tem que fazer é uma das mais belas e emocionantes que já vi.

As atuações estão excelentes. Hugh Jackman continua mostrando que é mais do que um baixinho canadense com garras afiadas e fator de cura, e Rachel Weisz continua sendo, na minha opinião, uma das melhores e mais bonitas atrizes da atualidade. Indicação ao Oscar pra eles!

Não sei se ganha de Little Miss Sunshine o título de melhor filme do ano, afinal, são completamente diferentes, mas divide tranquilamente o prêmio. Por falar nisso, se alguém quiser me dar um box com os dois filmes em DVD, sinta-se à vontade!

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