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Festival do Rio

setembro 25, 2006

A Scanner Darkly

O futuro não vai ser tão legal assim. As pessoas podem ser divididas em dois grupos: os que são viciados em Substância D e os que ainda não a provaram. Nessa realidade, vive-se num Big Brother supremo: todos são vigiados, tudo é monitorado. Keanu Reeves vive Fred, um policial do departamento de Narcóticos, e tem como missão prender um suposto traficante, Bob Arctor. O problema é que o traficante é ele mesmo. Para piorar a situação, James Barris (Robert Downey Jr.), um de seus amigos, começa a trazer provas de que ele é um terrorista perigoso, e que deve ser barrado a qualquer custo.

Não dá pra falar muito mais do filme, sob pena de estragar alguma coisa. A Scanner Darkly tem seus altos e baixos. Como pontos positivos podem-se destacar a técnica de filmagem, que capturoou os atores e os transformou em animação e Robert Downey Jr., que está muito bem em seu papel. Além disso, os diálogos entre os quatro amigos são, em geral, muito bons. Porém, o filme é muito arrastado, com cenas que não querem dizer muita coisa. Até entendo que essas cenas tenham sido colocadas no filme, já que querem mostrar como é a vida de viciados, mas ficou parecendo uma tentativa de fazer um Pul Fiction que não deu certo.

Pode ser que eu tenha tido essa impressão do filme porque estava esperando que fosse um dos melhores do ano, e saí um pouco decepcionado. Na verdade, agora que penso melhor no filme, vejo que foi um bom filme… Talvez tenha que ver de novo pra ter uma opinião melhor.

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