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My Name Is Earl

maio 16, 2006


“I want half that lotto money, Earl.”
Joy
“Yeah? Well, I wanted a legitimate baby and a wife who didn’t huff paint on Thanksgiving, but I guess life’s full of little disappointments, now ain’t it?”
Earl

Sabe aquele cara que não faz nada além de coisas ruins e fica pensando porque a vida dele é um lixo? Aquele cara que sempre que algo de bom acontece, algo de ruim logo acaba com a alegria dele?

Esse cara é o Earl. Ele é um ladrãozinho barato que um dia ganha 100.000 dólares em uma loteria, apenas para ser atropelado e perder o bilhete premiado. Deitado na cama do hospital, assistindo a um programa, ele aprende sobre o karma, e percebe que para ter uma vida legal, precisa fazer coisas legais. Então ele faz uma lista com tudo o que fez de errado na vida (258 coisas, pra começar…) e decide que vai consertar cada uma das coisas da lista. Logo nas primeiras Earl percebe que está no caminho certo, ao receber de volta o bilhete da loteria.

Assim, com o dinheiro e a ajuda de seu irmão Randy e da empregada do hotel Catalina, Earl vai cortado da sua lista coisas como #62: Fingi de morto para terminar com uma garota e #157 Passei para a Joy 236 infecções na bexiga.

Esta é uma das séries mais hilárias da safra atual, lembrando em vários momentos a saudosa Friends (das primeiras temporadas) e Seinfeld. O elenco é muito bom, e está muito entrosado (aliás, os atores que interpretam Earl e Randy – Jason Lee e Ethan Suplee, repesctivamente – fazem papéis recorrentes no View Askewverse de Kevin Smith, em filmes como Dogma, Procura-se Amy e Barrados no Shopping). É também um sucesso de público, sendo o seriado de maior audiência da NBC, o que fez com que conseguissem uma temporada completa. A primeira já acabou nos States, e passa no Brasil aos domingos no canal pago FX.
Personagens:

Earl Hickey (Jason Lee) – o personagem do título, Earl é um típico white trash, morando em um trailer, sem emprego, roubando qualquer coisa que não esteja pregada ao chão.
Randy Hickey (Ethan Suplee) – irmão meio bobão do Earl. É o personagem mais engraçado da série. Diz coisas sem sentido, mas que fazem todo o sentido do mundo, como “É como uma caneta, mas é um lápis!”, ao falar de uma lapiseira. Ou “Não sei porque Bill é apelido de William. Deveria ser de Billiam. Boa noite, Billiam”.
Joy Turner (Jamie Pressley) – Ex-mulher de Earl, agora casada com o Crab Man, é mãe de Dodge e Earl Jr., que não são filhos do Earl. Totalmente egoísta e egocêntrica, mas no fundo tem um bom coração.
Darnell “Crab Man” (Eddie Steeples) – marido da Joy, é atendente de um bar em que a gangue se encontra. É o pai legítimo de Earl Jr. Mesmo assim, ele e Earl são bons amigos, e sempre se cumprimentam com um “Hey, Earl”, “Hey Crab Man”. Tem uma tartaruga de estimação chamada Mr. Turtle.
Catalina (Nadine Velazquez) – imigrante ilegal que trabalha no hotel em que Earl e Randy vivem. Aprendeu inglês há apenas um ano. Sua mãe morreu, mas ela não se sente mal, afinal “era eu ou ela”.

A série também tem personagens coadjuvantes memoráveis, como:
Nescobar A-Lop-Lop – imigrante africano que aprendeu a falar inglês quando Earl foi riscar da lista “Achei graça de sotaques estranhos”. Sempre o cumprimenta com um “My. Name. Is. Earl.”, que foi a primeira coisa que aprendeu na aula.
Patty the Day-Time Hooker – prostituta diurna completamente sem vergonha nenhuma. Para se ter uma idéia, ela faz programas no horário de saída da escola e confessa que dormiu com alguém em troca de favores num tribunal.
Donny – Ex-integrante da gangue, foi preso porque o Earl cometeu um crime usando sua camisa. Na prisão encontrou Jesus, mas seu temperamento continua um pouco tenso.
Ralph – Outro ex-membro da gangue, é mais ladrão que Earl. Faz qua;quer serviço por um punhado de dólares.
Kenny – Primeiro “trabalho”de Earl, que costumava bater nele na escola. Com a ajuda de Ealr, Kenny saiu do armário, e ajuda o agora amigo ao falsificar documentos na copiadora em que trabalha.
Didi – a “one-legged girl”. Ela era namorada do Earl, até que ele roubou o carro dela. Hoje, ela detesta o ex-namorado. Namora um cara sem as pernas e só com um braço.

Essa série também é facilmente “encontrada” pela internet afora. Altamente recomendado. Nota com louvor!!!


“Man, I wish I had robot legs. Or robot hands. Robot hands would be cool. With like a knife finger, and a spoon finger, and a fork finger, and a toothbrush finger, and a comb finger, and a bottle opener finger, and a flashlight finger, and a screwdriver finger. But regular thumbs. You gotta have regular thumbs.”
Randy Hickey

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