Archive for maio \31\-03:00 2006

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Do tempo em que Didi ainda era sinônimo de risada

maio 31, 2006

Ontem eu revivi um momento mágico da minha infância. Achei, sem querer, um quadro dos Trapalhões no You Tube. Na verdade, achei O quadro dos Trapalhões. Sempre que lembro deles esse é o que me vem na cabeça. É a interpretação da música “Terezinha de Jesus”, cantada pela Maria Bethânia, com o Didi fazendo a Terezinha. É hilário… Ê Mussum e Zaca que fazem falta…

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Spidey é EMO!!!

maio 31, 2006

Olhem as fotos abaixo e chutem qual deve ser a trilha sonora de Homem-Aranha 3. Alguém disse My Chemical Romance?

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maio 30, 2006

Que David Copperfield? Quem é David Blaine? Esse é o maior mágico do mundo!

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Rapidinhas

maio 29, 2006

– Finalmente tenho um veredicto sobre X-Men 3: Não gostei do resultado final. Não, não me entenda mal, o 8 que dei pro filme ainda vale. O problema não é o filme como filme. O problema é o filme como adaptação. Personagens muito mal utilizados (Ciclope, Calisto, Colossus, só pra ficar na letra C), idéias mal utilizadas (A Fênix podia ser muuuito mais explorada), vontade de colocar tudo e todos em um filme com menos de 2 horas de duração. Caso o 4 venha, e vai (maior abertura de todos os tempos nos EUA não é pra qualquer um não), que pelo menos façam direito!

– Alguém viu Titanic 2 ontem no SBT? Saco, eu perdi essa obra-prima… Queria ver o que acontece na sequência (o_O) que mostra “uma história completamente diferente de Titanic 1”, nas palavras do Lombardi.

– Presentinho pra vocês: o ótimo álbum do Clap Your Hands Say Yeah!: http://rapidshare.de/files/21685943/Clap_Your_Hands_Say_Yeah__-_Clap_Your_Hands_Say_Yeah_.zip.html

PS.: Descobri que não tem ! no CYHSY, mas vou continuar usando mesmo assim 😛

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Lost

maio 27, 2006
Então a temporada acabou. The End. Le Fin. Finito. Caput. E sim, ficamos naquela expectativa do que vai acontecer. Alguns mistérios decifrados, outros colocados. Até que enfim descobrimos porque raios o avião caiu e o arco “Escotilha” acabou.

Mas nada de Lostzilla dessa vez… Acho que os escritores esqueceram do monstro. Em compensação mostraram muito mais sobre os Outros, mas, de novo, sem explicar tudo.

Além disso, criaram muitas outras perguntas: O que é aquela estátua quebrada com quatro dedos apenas? Onde os Outros realmente estão? Eles são bonzinhos? O que acontecerá com Sawyer, Jack e Kate? Michael vai voltar ou vai embora com o Waaaallllt? Por que não contrataram brasileiros para fazer papel de brasileiro?

Ah, saco, agora temos que esperar até setembro… enquanto isso vou baixando outras séries pra ver. Se alguém quer um conselho, My Name is Earl. Já falei dela aqui.

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X-Men 3

maio 27, 2006

Então, assisti X-Men 3 ontem. Ainda não decidi se é um filme bom ou ruim. Saí do cinema empolgadão (apesar dos pesares – leia abaixo, com spoilers). Mas aí depois fiquei pensando na história, nos personagens, nas maneiras como foram resolvidas as coisas, e percebi que poderiam ter feito tantas coisas diferentes…

O filme gira em torno de uma suposta cura para o gene mutante, que na verdade é um outro mutante que tem o poder de anular os poderes de outros mutantes. O governo passa a fornecer a todos os mutantes que desejarem. Magneto, porém, não gosta da idéia de tratarem os mutantes como doentes, e quer pegar o garoto que tornou possível essa cura. Ao mesmo tempo, descobre-se que Jean não estava morta, e nos é revelado que ela tem dupla personalidade: a outra se autointitula Fênix. Magneto, então, quer pegá-la para ajudar na tomada de Alcatraz, onde o garoto é mantido.

Eu poderia ter resumido a sinopse em apenas duas frases: Descobre-se a cura. Mutantes escolhem seu lado e lutam. Porque é isso, simples assim, e não é, por incrível que pareça, um problema. O filme é muito bem dirigido pelo Brett Ratner, e o Brian Synger não fez falta nenhuma. Mas, por outro lado, esqueçam a idéia da Saga da Fênix. Ela aparece muito pouco e não tem tanta relevância pra trama assim

Porém, o filme tem problemas: gente demais. Ao que parece, os roteiristas quiseram pegar todo e qualquer mutante que já apareceu nas páginas das HQs e colocar no filme. O problema é que com isso grande parte deles se torna só mais uma carinha bonita (ou nem tanto) na multidão, e os que ganham mais destaque (como Calisto, Colossus e Kitty Pryde), ainda assim tem pouco desenvolvimento na tela. O único desses que se salva é o Fera, que possui grade importância no filme (e ele lutando é mó legal!).
No geral, dou pra X-Men 3. Não é o melhor filme de todos, mas vale muito a pena ver. Ah, e fique até o finzinho dos créditos, para ver o real final de um dos personagens. É curto, mas necessário pra entender o filme (e um eventual quarto também…)

A PARTIR DAQUI TEM SPOILERS, ENTÃO, SE NÃO VIU OU SE NÃO QUER TER SURPRESAS ESTRAGADAS, NÃO LEIA.

Agora vou falar o que penso sobre algumas partes dos filme:

1.PUTZAQUELAPATZA, precisava matar o Ciclope??? O cara foi um bundão de marca maior nos dois primeiros filmes, e nesse só aparece pra morrer! Ele é o LÍDER dos X-Men, pombas! Merecia um tratamento melhor que esse…

2. Pra que pegar um bocado de mutantes e colocar no filme se não vão fazer nada com eles? Aliás, só vão aparecer pra morrer, como a Psylocke. Além de mudarem todo o conceito dela (de ninja gostosa pra japa gótica), nem mostraram a coitada usando os poderes…

3. O mesmo vale pra Calisto. Mudaram todos os poderes dela, e ainda a matam no final. Pelo menos teve uma luta contra a Tempestade. Achei legal, me lembrei da briga pela liderança dos Morlocks.

4. O Fanático tá podre, mas tá legal. Tipo, ele sempre foi um bunda-mole, e toda aquela história de meio-irmão do Xavier nunca me convenceu. Transformarem-no em um mutante foi legal, com um poder também legal: ele tem uma inércia infinita enquanto está em movimento.

5. A luta do Homem de Gelo com o Pyro deixou a desejar, mas valeu por ter finalmente mostrado o Picolé todo de gelo.

6. O filme deveria ter se chamado Wolverine, Tempestade e Seus Amigos.

7. Vocês sabiam que a Jubileu tá no filme? Eu também não, mas tá lá nos créditos…

(Quero deixar claro que, apesar disso tudo, gostei do filme)

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Feliz Dia da Toalha!!!

maio 25, 2006

A todos vocês um Feliz Dia da Toalha!!!

E lembrem-se: NÃO ENTRE EM PÂNICO!

Não entendeu lhufas? Clique aqui em português e aqui

em inglês

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Astronauta vai para o espaço

maio 24, 2006

Marcos Pontes, o plantador de feijão espacial, pediu seu desligamento da Agência Espacial Brasileira. Provavelmente ele percebeu que poderia ganhar muito mais dando palestras pelo Brasil que ficar dando tchauzinho de graça pela televisão. Aliás, qualquer um pode ganhar a vida dando palestras, é só ter passado por um momento heróico ou, vá lá, constrangedor na vida e ba-bum, 10 mil reais por fim-de-semana falando pra um bando de coitados com auto-estima no lixo e que provavelmente dariam um braço pra ter passado por aquela situação constrangedora…

Resumindo: O país gastou U$10 milhões apenas para fazer experimentos de escola no espaço e para criar mais uma celebridade instantânea, que ninguém vai lembrar no ano que vem.

Link para a notícia

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Lista Musical da Semana

maio 23, 2006
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Estou pensando em fazer upload das minhas músicas mais ouvidas semanalmente, o que acham? Comentem, por favor…

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Calvin

maio 23, 2006

Um exemplo do que eu disse ontem sobre o calvin ser a melhor propaganda sobre o controle de natalidade:


Caso não tenha conseguido ler a tirinha, clica no link: http://i7.photobucket.com/albums/y270/rafaeluz2/calvinharodotira230.gif

Blog com excelentes tiras do Calvin: Depósito do Calvin (essa é de lá, por sinal)

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A segunda melhor propaganda de controle de natalidade

maio 22, 2006

O primeiro ainda é qualquer tirinha do Calvin…

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O Código Plágio

maio 18, 2006
Olhem só a sinopse de um livro que vai ser lançado agora em maio:

Detalhe para o nome do livro: O Código Aleijadinho

“Um estranho suicídio dentro da famosa Igreja da Sé de Mariana, em Minas Gerais, faz emergir uma espantosa conspiração para redescobrir um segredo que desde os primórdios da humanidade era protegido pela primeira sociedade secreta existente e estava perdido há mais de 200 anos. O suicida é o importante diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Walter Pilares, que acabara de encontrar a prova definitiva da existência da Sociedade dos Eternos, uma antiga seita que aprendeu como controlar a morte e teve como membros Buda, Jesus, Maomé e os profetas bíblicos.

Acuado com a presença de um espectro e percebendo a morte iminente, Walter tira sua própria vida para atrair a atenção de seus dois melhores amigos, o excêntrico e recluso especialista em arte barroca Leloir e o bibliotecário Germano Viveiros, os únicos que podem reconhecer o segredo que ele encontrou.

Quando sua filha, a estudante de jornalismo Anna Mariana, aparece para ajudar Leloir, eles se tornam os principais suspeitos do crime e, para provar sua inocência, percorrem as cidades históricas de Minas Gerais tentando decifrar um complexo jogo de peças que irá revelar o segredo mais poderoso de todos os tempos: a eternidade.

Sempre poucos minutos à frente das autoridades e dos perigosos membros da Sociedade dos Eternos interessados em proteger seu segredo, Leloir e Anna procuram pistas ocultas nas obras do mestre Aleijadinho e se envolvem numa busca fantástica pelo significado dos objetos mais fascinantes concebidos pela imaginação humana.

Fruto de intensa pesquisa de campo e quase um ano de estudo, O Código Aleijadinho mescla com perfeição uma história de suspense e informações históricas reais sobre arte, arquitetura, religião, a Inconfidência Mineira, a descoberta do Brasil. Uma apologia à cultura e às belezas brasileiras que prende o leitor do início ao fim.”

Velhino importante que suicida, especialista em arte, mulher também especialista, sociedade secreta… Caramba, não podia ser mais igual ao Código Da Vinci nem se quisesse. Agora convenhamos, querer comparar Aleijandinho com Da Vinci é dose, né?

PS.: Não duvido nada que quando um filme d’O Código Aleijadinho for feito vão chamar o Dan Stulbach para ser o protagonista. Se é pra ser plágio que seja bem feito!

Não me colocando aqueles mullets do Tom Hanks, tá valendo!

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maio 17, 2006

Halle Berry, ganhadora do Oscar por A Última Ceia, a Tempestade dos X-Men e a protagonista de um dos piores filmes da história do mundo, afirmou que acha que Mulher-Gato foi subestimado, e que o filme é bom, sim. Até consideraria voltar para o papel para um Mulher-Gato 2, desde que o vilão não seja algo bobo como uma mulher cuja cara se despedaça…

Acho que ela se esqueceu de uma outra declaração que ela deu quando recebeu o Framboesa de Ouro, quando fizeram-na escrever “EU NÃO VOU FAZER MULHER-GATO 2” várias vezes num quadro negro.

Que os deuses do cinema em parceria com os deuses dos quadrinhos nos poupem disso…

Quem não entendeu o motivo da revolta, leia o post abaixo:
http://bdodan.blogspot.com/2006/04/filmes-que-nunca-deveriam-ter-sido.html

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Kill Bunny

maio 16, 2006

Cuidado: Pode ser ofensivo a cristãos, judeus e crianças pequenas que ainda acreditam em Papai Noel.

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My Name Is Earl

maio 16, 2006


“I want half that lotto money, Earl.”
Joy
“Yeah? Well, I wanted a legitimate baby and a wife who didn’t huff paint on Thanksgiving, but I guess life’s full of little disappointments, now ain’t it?”
Earl

Sabe aquele cara que não faz nada além de coisas ruins e fica pensando porque a vida dele é um lixo? Aquele cara que sempre que algo de bom acontece, algo de ruim logo acaba com a alegria dele?

Esse cara é o Earl. Ele é um ladrãozinho barato que um dia ganha 100.000 dólares em uma loteria, apenas para ser atropelado e perder o bilhete premiado. Deitado na cama do hospital, assistindo a um programa, ele aprende sobre o karma, e percebe que para ter uma vida legal, precisa fazer coisas legais. Então ele faz uma lista com tudo o que fez de errado na vida (258 coisas, pra começar…) e decide que vai consertar cada uma das coisas da lista. Logo nas primeiras Earl percebe que está no caminho certo, ao receber de volta o bilhete da loteria.

Assim, com o dinheiro e a ajuda de seu irmão Randy e da empregada do hotel Catalina, Earl vai cortado da sua lista coisas como #62: Fingi de morto para terminar com uma garota e #157 Passei para a Joy 236 infecções na bexiga.

Esta é uma das séries mais hilárias da safra atual, lembrando em vários momentos a saudosa Friends (das primeiras temporadas) e Seinfeld. O elenco é muito bom, e está muito entrosado (aliás, os atores que interpretam Earl e Randy – Jason Lee e Ethan Suplee, repesctivamente – fazem papéis recorrentes no View Askewverse de Kevin Smith, em filmes como Dogma, Procura-se Amy e Barrados no Shopping). É também um sucesso de público, sendo o seriado de maior audiência da NBC, o que fez com que conseguissem uma temporada completa. A primeira já acabou nos States, e passa no Brasil aos domingos no canal pago FX.
Personagens:

Earl Hickey (Jason Lee) – o personagem do título, Earl é um típico white trash, morando em um trailer, sem emprego, roubando qualquer coisa que não esteja pregada ao chão.
Randy Hickey (Ethan Suplee) – irmão meio bobão do Earl. É o personagem mais engraçado da série. Diz coisas sem sentido, mas que fazem todo o sentido do mundo, como “É como uma caneta, mas é um lápis!”, ao falar de uma lapiseira. Ou “Não sei porque Bill é apelido de William. Deveria ser de Billiam. Boa noite, Billiam”.
Joy Turner (Jamie Pressley) – Ex-mulher de Earl, agora casada com o Crab Man, é mãe de Dodge e Earl Jr., que não são filhos do Earl. Totalmente egoísta e egocêntrica, mas no fundo tem um bom coração.
Darnell “Crab Man” (Eddie Steeples) – marido da Joy, é atendente de um bar em que a gangue se encontra. É o pai legítimo de Earl Jr. Mesmo assim, ele e Earl são bons amigos, e sempre se cumprimentam com um “Hey, Earl”, “Hey Crab Man”. Tem uma tartaruga de estimação chamada Mr. Turtle.
Catalina (Nadine Velazquez) – imigrante ilegal que trabalha no hotel em que Earl e Randy vivem. Aprendeu inglês há apenas um ano. Sua mãe morreu, mas ela não se sente mal, afinal “era eu ou ela”.

A série também tem personagens coadjuvantes memoráveis, como:
Nescobar A-Lop-Lop – imigrante africano que aprendeu a falar inglês quando Earl foi riscar da lista “Achei graça de sotaques estranhos”. Sempre o cumprimenta com um “My. Name. Is. Earl.”, que foi a primeira coisa que aprendeu na aula.
Patty the Day-Time Hooker – prostituta diurna completamente sem vergonha nenhuma. Para se ter uma idéia, ela faz programas no horário de saída da escola e confessa que dormiu com alguém em troca de favores num tribunal.
Donny – Ex-integrante da gangue, foi preso porque o Earl cometeu um crime usando sua camisa. Na prisão encontrou Jesus, mas seu temperamento continua um pouco tenso.
Ralph – Outro ex-membro da gangue, é mais ladrão que Earl. Faz qua;quer serviço por um punhado de dólares.
Kenny – Primeiro “trabalho”de Earl, que costumava bater nele na escola. Com a ajuda de Ealr, Kenny saiu do armário, e ajuda o agora amigo ao falsificar documentos na copiadora em que trabalha.
Didi – a “one-legged girl”. Ela era namorada do Earl, até que ele roubou o carro dela. Hoje, ela detesta o ex-namorado. Namora um cara sem as pernas e só com um braço.

Essa série também é facilmente “encontrada” pela internet afora. Altamente recomendado. Nota com louvor!!!


“Man, I wish I had robot legs. Or robot hands. Robot hands would be cool. With like a knife finger, and a spoon finger, and a fork finger, and a toothbrush finger, and a comb finger, and a bottle opener finger, and a flashlight finger, and a screwdriver finger. But regular thumbs. You gotta have regular thumbs.”
Randy Hickey

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Lista Musical da Semana

maio 15, 2006
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Guillemots é uma nova banda inglesa, formada no fim de 2004. Tem um guitarrista brasileiro, e o maior hit chama-se Trains to Brazil (sugestão do tal). O CD deles chama-se From the Cliffs, e dá pra baixar encontrar por aí fácil fácil

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!

maio 12, 2006

Eu tenho uma teoria de que bandas que tenham ! – mais conhecido como ponto de exclamação – no nome são boas. Ela começou de maneira boba: já conhecia Clap Your Hands Say Yeah!, aí descobri Panic! At the Disco e You Say Party! We Say Die!, e aí passei a procurar bandas que tinham esse símbolo no meio, e todas as que encontrei até agora fizeram jus à regra, com boas surpresas, como The Go! Team.


Panic! At the Disco

Quem: Banda que é mistura doida de pop punk, rock e música eletrônica e outros ritmos, está começando a fazer sucesso agora. Sim, eles parecem emo, até em algumas fotos, já que usam maquiagem e cabelos boi-lambeu, mas não se deixe enganar, os caras não são isso não. E mesmo se fossem, e daí, eles tocam muito bem, escute mesmo assim.

Quê: I Constantly Thank God For Esteban, The Only Difference Between Martyrdom and Suicide Is Press Coverage.

Ponto Forte: O título das músicas, que são quase um livro. Ou você não adoraria ter bolado um nome como “There’s a Good Reason These Tables Are Numbered Honey You Just Haven’t Thought Of It Yet”?

Clap Your Hands Say Yeah!

Quem: Banda indie nova, teve um ótimo primeiro disco lançado no ano passado, chamado – cúmulo da originalidade – Clap Your Hands Say Yeah!. O álbum foi lançado por uma gravadora independente e ficou conhecido do grande público através da internet, como no MySpace.com e em blogs de MP3. O nome da banda foi tirado de uma parede pichada em New York. É, sem dúvida, a melhor banda dessas que estão aqui.

O quê: Ouçam todo o CD. É todo ótimo.

Ponto Forte: A voz de taquara rachada do vocalista. Quem ouviu já tentou imitar.

Kubichek!

Quem: Banda de rock inglesa formada no início de 2004, que toca um som legal, apesar de não possuir nenhuma qualidade que o tornem únicos e especiais.

Quê: Roman Is Better, Táxi!

Ponto Forte: Ah, não tem assim uma qualidade única. Mas vale a pena ouvir.

You Say Party! We Say Die!

Quem: Banda canadense que teve um EP lançado em 2004 e um álbum completo em 2005. Com uma vocalista meio insana que adora gritar, YSP! Pode ser meio estranho da primeira vez que escutamos, mas depois a gente vê que é supimpa.

Quê: Cold Hands! Hot Bodies, You Did It!, The Gap (Between The Rich and The Poor)

Ponto Forte: O nome da banda. Toda vez que eu ouço eu imagino uma mulher bem alternativa, daquelas com tatuagens espalhadas no corpo, piercings e meias listradas até o joelho gritando WE SAY DIIIIIIIEEEEEEEEE!!!!!!!!! É idiota, eu sei, mas eu me divirto…


The Go! Team

Quem: Sexteto britânico que mistura estilos como músicas-tema de filmes, cantos de cheerleaders, guitarras, hip-hop antigo, tipo Beastie Boys e um pouco do funk dos anos 70s. Uma das bandas mais divertidas que já ouvi.

Quê: Bottle Rocket, Ladyflash, Panther Dash, The Power is On!

Ponto Forte: São cheerleaders. Que misturam um milhão de estilos. Precisa de mais? E ainda tem dois bateristas! Já viu alguma banda com dois bateristas?

¡Forward Russia!

Quem: Mais uma banda nova, formada em 2004, na Inglaterra. Apesar de não serem muito originais (alguns diriam originais demais…), já que os nomes das músicas do grupo são apenas números (Two, Thirteen, Eight…), o som dela é bastante legal. O vocalista é meio fraquinho em alguns momentos, o que, numa primeira escutada, pode assustar um pouco, mas persista e você vai ver que essa banda merece estar aqui também.

Quê: Nine, Thirteen, Twelve

Ponto forte: A melodia da banda é muito boa, contrabalançando as eventuais escorregadas do vocalista.

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maio 10, 2006

Cães de Aluguel (Reservoir Dogs) é um dos melhores filmes que eu já vi, e ainda conta com o super-coadjuvante-mor Steve Buscemi.

Mas se você tá sem saco de ver o filme todo, pode vê-lo em 30 segundos. E interpretado por coelhos! O legal é que essa versão dos filmes encenados por coelhos vem em duas versões: uma normal e uma pra “ouidos sensíveis”. Clique na que mais te agrada (ou nas duas!):

Versão não-censurada

Versão censurada

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Então tá, também não ligo mais.

maio 9, 2006
Estava zapeando pelos infinitos canais da TV aberta no domingo, quando, ao passar pelo SBT, dou de cara com o Celso Portioli com uma camisa com os seguintes dizeres: “I really don’t care what you say”. Para os que nunca fizeram aula de inglês, isso quer dizer: “Eu realmente não me importo com o que vocês dizem”. Eu parei. Reli a frase. De novo. Não acreditava que um programa que se resume a atender pessoas no telefone e conversar com elas colocaria seu apresentador numa camisa daquelas.

Mas então, logo no primeiro telefonema, depois dos habituais gritos da família que se reuniu pra comer a macarronada de domingo percebendo que seria provavelmente a única vez na vida que apareceriam na TV, uma mulher começou a falar que achava o Celso lindo (pfff…) e estava grávida e que ia dar a luz no mês que vem e patati e patatá. Aí eu entendi o porquê da blusa.

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Missão: Impossível 3

maio 8, 2006

Fui para o cinema com um pensamento: Sendo melhor do que o 2, tá ótimo. Porque o 2 sim, foi um filme ruim. Todo mundo reclamou das pombas do John Woo. Eu não, acho até legal. O problema é que o filme é uma sacação só. E ainda tem a cena da moto. Ah, a cena da moto… se eu tivesse frente a frente com o sujeito que pensou naquilo eu precisaria de dinheiro pra pagar a minha fiança.

Mas eu já fui pra sala de cinema já meio descansado. O teaser-trailer é excelente (os trailers em si nem tanto, apesar disso), as críticas boas, J.J.Abrahams dirigindo… é, não podia dar errado.

E nem deu. M:I:3 é o melhor filme de ação que já vi em algum tempo. Funciona muito bem, desde a tensa cena inicial até o clímax final.

A história é a seguinte: Ethan Hunt (Tom Cruise) encontrou o amor na forma de Julia (Michelle Monaghan) e decidiu não fazer mais missões de campo e ficar apenas treinando agentes. Quando uma de suas pupilas, Lindsey (Kery Russel, a Felicity) é tomada como prisioneira por Davian (Phillip Seymour Hoffman), Hunt volta à ação.

A partir daí rola muita ação, com perseguição de helicóptero, invasão de prédios e explosões de pontes, tudo para que Ethan consiga salvar o mundo e sua mulher. E para que Cruise mostre que ainda sabe ser um astro de ação, claro. E dá-lhe o ator correr, chorar, correr mais um pouco, brigar, chorar, brigar, voar, chorar…

Mas, como deve ter percebido pela última frase, nem tudo são flores. O filme tem seus defeitos também, muitos deles motivados pelo caso TomKat. Parece que titio Cruise quis mostrar tudo o que fez fora das telas nos últimos meses. Sério! Troque a Michelle Monaghan (em qualquer momento do filme) pela Katie Holmes e a conversa sentimental com Ving Rhames (o negão) pelo sofá da Oprah e pronto! Pelo menos a Cientologia ficou de fora, mas o ator não seria burro o bastante para colocá-la lá, seria? **Lembro do banquete de placenta, lembro da briga com Brooke Shields** É, seria…

No saldo final, dou uma ótima nota , vale pena ver no cinema este filmão.