Olha, não sou muito fã de futebol, e teria mais coordenação se usasse o pescoço que o pé pra chutar uma bola, mas acho que nem eu tenho a capacidade de fazer o que o cara do vídeo fez:
WHAT’S HE DONE?!? WHAT’S HE DONE?!?

Olha, não sou muito fã de futebol, e teria mais coordenação se usasse o pescoço que o pé pra chutar uma bola, mas acho que nem eu tenho a capacidade de fazer o que o cara do vídeo fez:
WHAT’S HE DONE?!? WHAT’S HE DONE?!?

Esse vídeo é genial!!!
Estrelando Diddy Lama, Mother T e Nelson ‘The Man’ Dela
HIS HOLINESS IS IN DA HOUSE!

Vídeo bacana dos Muppets cantando o clássico do Queen Bohemian Rhapsody:
Isso me fez lembrar do melhor cover da música na minha opinião, em Quanto Mais Idiota Melhor. Party Time! Excellent!

Propaganda no imageshack.us:
Ainda bem que spammers e scammers em geral são stupidos como uma porta, senão estávamos todos em sérios apuros. Apesar que de vez em quando eu tenho vontade de saber o que aconteceria se eu pulasse corda mais rápido que a moça peituda…

…afinal, o que sobra depois de destruir o mundo?

2012, o mais novo filme de destruição em massa do Roland Emmerich (Independence Day, Godzilla, O Dia Depois de Amanhã), leva ao extremo o conceito. Depois de destruir monumentos mundiais, Nova Iorque e o hemisfério norte, sobrou “apenas” acabar com o mundo. E pra isso ele busca inspirações nos mais variados filmes, como Volcano, Poseidon e Independence Day.
Tudo começa em 2009, quando descobrem que neutrinos expelidos pelo vento solar mutaram (o_O) e estão reagindo com o núcleo terrestre, o que vai destruir o mundo. Na verdade mesmo a explicação é o que menos importa nesse tipo de filme, já que todos estamos ali para ver o caos!

E que caos! California? Adeus. Vaticano? Vai com deus. Rio de Janeiro? Acho que a essa altura todos já viram o Cristo ruindo (aliás, com uma narração bem bizarra da Globo News, hehe). Mas nada disso tem problema, já que o que importa mesmo é a salvação da família principal, claro. Então dá-lhe carros desviando de prédios e bolas de lava e aviões escapando de poeira vulcânica e mais prédios.
O pior de tudo é que é empolgante! Bem, a história é fraca, e o roteiro tem buracos enormes, mas estranhamente você não se sente enganado ao sair da sessão, hehehe. Resumindo com uma frase do twitter:
2012. É tão ruim quanto parece, mas é bem divertido!!


Sabe, tem uma coisa que até faz a gente perdoar a HBO, Showtime e outras redes de TV a cabo americanas de produzirem séries com tão poucos episódios por temporada (são só 13, em média): Elas passam justamente no intervalo das séries “comuns”.
Claro que tem o fato delas serem excelentes, o que faz a espera de mais de seis meses ficar quase insuportável (ainda bem que temos as séries “comuns” para passar o tempo, hehehe), mas seria muita informação pra nossa cabecinha se todos os seriados dos EUA passassem no período de setembro a maio…
Até agora, já estrearam nos EUA:
Ainda tem:
O bom é que tem série para todo e qualquer gosto: ação (Burn Notice), comédia (Entourage), comédia de humor negro (Nurse Jackie), dramédia (Weeds), e drama com toques sobrenaturais (True Blood). Se quer uma recomendação para o que ver durante a entressafra, qualquer uma das cinco acima caem muito bem!
De presente, a bizarra abertura de True Blood:

Hoje é o Dia da Toalha, e, para manter a tradição, O Lado Escuro do Sol traz uma homenagem a esse objeto tão importante na vida dos Mochileiros da Galáxia.
Foto: Marco Gomes
E Feliz Dia do Orgulho Nerd também!

Excelente texto do arquiteto e urbanista Roberto Anderson M. Magalhães sobre os rumos que o Metrô do Rio está tomando. Texto retirado do site Vitruvius.
De repente, a visão de algo insólito chamou minha atenção. As paredes da estação Largo do Machado do metrô do Rio estavam brancas! Mas elas não eram revestidas de um vidrotil caramelado? Decidi ir até junto da parede e tocar. Não, não me enganara. Estavam emassando e pintando de branco a parede de vidrotil do metrô. Também o teto havia perdido o revestimento e estava sendo pintado, assim como os pilares. Uma solução quebra-galho, que se vê em banheiros de botequim, estava sendo aplicada a um bem público! Naquele momento o serviço ainda não estava completo mas paredes já estavam marcadas pelos indefectíveis pés dos passageiros na tinta branca.
Para quem não sabe, o metrô do Rio de Janeiro começou a ser construído na década de 1970. Naquela ocasião havia a intenção de dotar a cidade de um metrô de qualidade e o projeto das primeiras estações foi confiado a uma excelente equipe de arquitetos, entre os quais Sabino Barroso, Jayme Zettel e José Leal. Refletindo o padrão almejado, as estações mais centrais foram revestidas de mármore e as dos bairros foram revestidas de vidrotil, uma pastilha vitrificada de grande elegância e muito característica daquela época. Para completar, o teto era revestido de chapas metálicas, do gênero “luxalon”. Assim, as estações formam um conjunto coerente, que define o trecho pioneiro da Linha 1. Nos últimos anos as entradas das estações já haviam sido gradeadas, algo horroroso, mas que nos acostumamos a aceitar em função da violência da cidade. Mas passar tinta sobre revestimento, assim já é demais.
Chegando em casa já tarde da noite, pensei que a única coisa sensata a fazer seria enviar um e-mail à minha lista de endereços de arquitetos amigos e conhecidos. A vontade apressada de compartilhar aquele absurdo para fugir da sensação de impotência me levou a escrever um texto ainda capenga, com algumas omissões e imprecisões, mas a mensagem foi prontamente enviada. Nos dias seguintes, fui percebendo que ela havia se transformado numa minicorrente, reenviada por diversos amigos. Aos poucos, fui corrigindo alguns dados, tentando ser um pouco mais exato nas minhas informações. Alguém reenviou o texto a jornalistas. Um desses, talvez pouco acostumado a descer as escadas do metrô, procurou saber junto ao governo se a noticia procedia e, por ironia, coube a mim, que trabalho para o governo, reafirmar que sim, era tudo verdade! Mas… nenhuma linhazinha saiu na imprensa.
A Vereadora Andréa Gouvêa encaminhou uma interpelação ao metrô. Pudemos então conhecer um pouco mais dessa estória. A designer Ana Luiza Graça Couto havia sido contratada pelo Metrô Rio para realizar tais reformas e a própria respondeu que compartilhava “do mesmo ponto de vista de respeitar as características do projeto original das estações, pois, de fato, o vidrotil e o mármore são materiais nobres e modernos. No entanto, nossa reforma tem como objetivo melhorar a viagem dos nossos clientes, criando ambientes mais claros, iluminados e alegres para os cariocas. Logo, reavaliamos algumas estações para que fiquem mais integradas no espaço urbano e proporcionem uma viagem mais agradável, sempre com o objetivo de prestar o melhor serviço.” Assim descobrimos as razões da designer para alterar a obra arquitetônica dos outros. Sobre este aspecto, o arquiteto Sabino Barroso declarou-se indignado, pois sequer havia sido consultado e considerava a intervenção uma violação do seu direito autoral.
As reações dos amigos por e-mail não tardaram:
Esta série de comentários me faz lembrar que os problemas do metrô são bem mais complexos. No início, o metrô era o lugar mais limpo e mais bem cuidado dessa cidade. Mas hoje a venda de bilhetes com duração de apenas 24 horas é feita através de filas gigantescas em guichês de número insuficiente. Em geral, os vagões estão super lotados, especialmente os que vão em direção à Zona Norte. Uma voz irritante informa a todo momento que há carros reservados para as mulheres, nos fazendo relembrar dessa lei digna de países islâmicos, aprovada no apagar das luzes do último governo. Além disso, a companhia do metrô tem o hábito de envelopar os vagões com propagandas, cobrindo até mesmo as janelas. Para os trajetos subterrâneos isto é claustrofóbico. Para os trajetos de superfície é um rapto da visão da paisagem dos subúrbios cariocas que se poderia apreciar das janelas.
Recentemente a concessão foi prorrogada em troca de uma obra bastante discutível. A companhia concessionária propôs a construção de uma alça de linha que conectasse a linha 2, que vem dos subúrbios com a linha 1, indo até à Zona Sul. Assim teremos apenas Linha 1 A e B. Essa obra, já aprovada pelo atual governo, joga no lixo os planos de estender a linha 2 até a praça XV e, futuramente, até Niterói. A estação do Largo da Carioca, que foi dimensionada para esse entroncamento de linhas, permanecerá ociosa, assim como parte da estação Estácio, onde hoje já ocorre esse cruzamento. Em seguida, o governo estadual mudou o trajeto da Linha 4, já licitada e que passaria por Botafogo e Jardim Botânico em direção à Barra, para privilegiar uma ligação pelo Leblon. Por alguma razão desconhecida, há muitos anos a Linha 2 parou nos limites do município do Rio, não avançando em direção à Baixada Fluminense. Mas todos os últimos governos estaduais fizeram questão de inaugurar alguma nova estação na Zona Sul.
Como outras instâncias da vida pública brasileira, no metrô não há interlocução com os passageiros, vistos como massa amorfa que deve ser representada unicamente pelo governo. Sem a devida reação, continuaremos a andar espremidos e a sermos mal tratados. E dificilmente saberemos que linhas e estações existirão no futuro. Mas talvez tenhamos a chance de transitarmos por ambientes “alegres” produzidos por reformadores para o nosso contentamento.

Uma boa trilha sonora é indispensável para qualquer filme se dar bem. E pode muito bem ser a chave para o sucesso ou o fracasso de um grande filme. Por exemplo, imagine se em Pulp Fiction o Tarantino resolvesse usar, na famosa cena de dança, ao invés de “You Never Can Tell”, essa daqui:
Ou se ao invés do perfeito tema de Encontros Imediatos do Terceiro Grau, Spielberg decidisse dispensar John Williams, ir de acordo com a década e tascar logo um Bee Gees:
Mas nada é mais bizarro que ouvir Cindy Lauper nessa cena:

Nunca fui grande fã de Star Trek. Nunca vi um filme, e só pedaços da série. Mas, ao mesmo tempo, estava ansiosíssimo com o reboot da série, que estreou ontem. Algo como diretor+elenco+trailer+tradição me dizia que não tinha como dar errado. Porque tradição conta. Apesar de não ser muito fã de Star Wars (achei a trilogia divertida e só), me arrepiei quando ouvi a Marcha Imperial pela primeira vez no cinema, e mesmo nunca tendo visto um filme do Super-Homem na tela grande, rolou uma lagriminha quando ouvi o fantástico tema no Superman Returns.
E isso aconteceu novamente nesse filme. E, diferentemente dos outros dois que comentei, a sensação dura o filme TODO! É muito interessante ver o nascimento do Capitão Kirk e a infância (e a velhice) de Spock. Os outros personagens também recebem a devida atenção: McCoy, Sulu, Uhura e Scotty. Provavelmente tem várias homenagens à série original, mas não posso dizer, já que, como disse, nunca vi um episódio. A única que peguei foi a que mostra que o figurante de camisa vermelha sempre morre (Nunca vi, mas sei muita coisa sobre Star Trek. É, eu sou assim). Mas no final, não interessa se você nunca nem ouviu falar da série ou é trekkie desde criancinha, vai adorar o filme.
E, caindo em um trocadilho que vai provavelmenteser utilizado em todo comentário, vida longa e próspera para a franquia! Que venha Star Trek 2? (será que demora?)
Nota:

Hobos (sem-teto) são as pessoas mais engraçadas do mundo! Sempre com uma tirada rápida e certeira, só perdem em raciocínio rápido para os condutores de trens nova-iorquinos. Isso, para um verdadeiro discípulo do esprit d’escalier como eu, é de dar inveja. Essa do Overheard in New York é sensacional:
Homem, quase esbarrando em um hobo: Oh, me desculpe.
Hobo: O quê!? Você pode me ver!?
Homem: Sim.
Hobo: Merda! Minha invisibilidade passou!
Do OiNY

Descobri há alguns dias um podcast muito bom, e agora estou completamente viciado nele. É o Stuff you Missed in History Class, do HowStuffWorks.com. É um podcast curto (a maioria entre 10 e 15 minutos de áudio) que conta como fatos históricos aconteceram. Tá, admito que é um pouquiiiinho nerd, mas eu gosto de saber coisas como O Raio da Morte de Arquimedes ou se O Flautista de Hamelin Realmente Existiu ou ainda a explicação do Título Desse Post¹.
Vale a pena. É só entrar no site e procurar pelo podcast. Ou entrar na iTunes Store e procurar (tem que ser na loja dos EUA).
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¹Caso esteja com preguiça de ouvir o podcast, basta entrar aqui. Caso também esteja com preguiça de ler, basta saber que tentaram cegar o Papa Leão III, que, para se proteger, coroou Carlos Magno como imperador do Império Romano (que no próximo século viria a se tornar o Sacro Império Romano-Germânico) Aí o Carlos Magno virou O Cara.

De acordo com o @ligadoemserie:
Lourdes Maria, a filha mais velha de Madonna, pode ter sido convidada para participar da série Ugly Betty, informou o site Madonna Now.
Ohmeudeusdocéuminhanossasenhorajesuscristinho, é tanta piada pronta que meu cérebro acabou de entrar em parafuso.
Pra quem não conhece, Lourdes Maria e sua monocelha (sem contar o bigodinho, claro)

Sabe quando você diz: “Essa pessoa está falando grego”? Então, encontrei essa interessante (e ao mesmo tempo extremamente inútil) figura no Strange Maps. Ela mostra o que cada língua diria nessa situação. Percebe-se que o chinês é o campeão, com o grego em segundo, mas temos surpresas também, como o espanhol (que é o calvário dos macedônios, croatas e tchecos) e o francês (dos turcos).
Clica que aumenta.

Essa eu achei pelo Twitter da @rosana. Só cortei pra facilitar a tradução.
-Opa, foi enviada!
@Indy: Oba, já recuperei a estatueta sagrada dos bubulusses! Muito legal!
-Ai, merda!
@Indy: Aaaaah! Que azar! Os bubulusses estão atrás de mim!
-Whoa!
-Rápido, rápido!
@Indy: Um precipício! LOL! Hoje definitivamente não é meu dia de sorte! LMAO!
Do L’actu en patates (excelente site de tiras, por sinal!)

Tá afim de conversar mas não tem ninguém por perto? Ou simplesmente não aguenta mais seus amigos? Não tem problema, é só entrar no Omegle! A ideia é bem simples: chat com estranhos (e não, não estamos falando de estranhos do tipo sala de bate-papo UOL – aliás, isso ainda existe?)!
É bastante divertido. Você aperta um botão e o site busca uma pessoa qualquer para falar com você. Hoje eu já tive uma extensa conversa envolvendo a Skynet, John Connor, Conan, o Bárbaro e terroristas suicidas. E essa outra, curta mas bizarra:

E a segunda temporada do fantástico drama do FX (e AXN no Brasil) chega ao fim.
Pra falar a verdade, não consegui decidir se gostei ou não. Quer dizer, claro que foi uma boa temporada, e claro que foi um bom finale (cheio de surpresas, bem ao estilo Damages mesmo), mas sei lá, pareceu tudo meio jogado. Abriram um tanto de linhas narrativas, e apesar de explicarem praticamente todas, ficou muita coisa sem conclusão. Por exemplo (SPOILER): e se Daniel Purcell tivesse descoberto que não foi ele quem matou a mulher? Ninguém vai descobrir que a morte do agente do FBI foi arrumada (detesto esse tipo de injustiça, hehehe)?
Fora que tiveram outros problemas: o que diabos o Frobisher continuou fazendo na série (e sua cena final foi completamente fora do lugar – espero que tenha sido utilizada já pensando na próxima temporada… -, Claire Maddox e Daniel Purcell foram totalmente mal utilizados (ainda mais considerando que são Eilliam Hurt e Marcia Gay-Harden!) e algumas histórias que começaram e não acabaram.
Ainda assim, Damages é uma das melhores séries da televisão, e estou esperando ansiosamente seu retorno. Será que Ellen volta mesmo? Patty parece bem confiante!

Esse é o nome da nova série de Rob Thomas (criador da superfantástica e imbatível Veronica Mars), sobre atores fracassados que trabalham em um buffet. Parecendo uma reunião de atores que fizeram parte de VM, a série conta com Ken Marino, Ryan Hansen, Adam Scott, Enrico Colantoni, Jason Dohring e a própria Kristen Bell, além da ótima Jane Lynch (que faz a psiquiatra em 2½ Men).
Infelizmente a série deixa muito a desejar, especialmente pela qualidade do criador e do elenco. Deveria ser uma comédia, mas, bem, não é. As piadas simplesmente não funcionam (e as que funcionaram eu não entendi, já que nunca vi Repo Men…), os personagens não são nada carismáticos (exceto o da Jane. Ela é muito boa) e a história não engata. O Bruno Carvalho disse que é uma tentativa mal-sucedida de um novo The Office. E eu concordo com ele.
Vou ver mais um ou dois episódios, mas só por respeito ao Rob Thomas, porque não acredito que ia se meter numa roubada dessas.