Abra duas abas no seu browser.
Aba 1: http://www.rainymood.com/
Aba 2: http://www.endlessyoutube.com/watch?v=HMnrl0tmd3k
Para quando você não pode ir encontrar a Helena em um scotch bar no Leblon…
(via FuckYeahAlbuquerque)

Abra duas abas no seu browser.
Aba 1: http://www.rainymood.com/
Aba 2: http://www.endlessyoutube.com/watch?v=HMnrl0tmd3k
Para quando você não pode ir encontrar a Helena em um scotch bar no Leblon…
(via FuckYeahAlbuquerque)

O título já diz tudo, pelo menos pra quem sabe o que é o Guia do Mochileiro das Galáxias e um dalek, hehe.
Fenomenal.

Os que consegui lembrar:
Bom, também sei do Ronald Reagan, mas não da época, hehehe.
Bateu saudade…

E lembrando também que hoje é o Dia de Usar Lilás. Tudo começou como uma homenagem ao Discworld. Em um dos livros, usa-se um galho de lilás para honrar os homens que lutaram e morreram (e em um caso lutaram, morreram e continuaram lutando) na Revolução Gloriosa. Agora, porém, tem um significado mais importante: ajudar no combate ao Mal de Alzheimer, doença com a qual Terry Pratchett, o fantástico criador do Discworld, foi diagnosticado há alguns anos.

Noticiário da RedeTV! sobre a morte do cantor James Ronie Dio:
Será que ele morreu porque mordeu um morcego no palco?

Às vezes fico me perguntando qual a razão de atores conhecidos e respeitados fazerem coisas que só podem ser classificadas no domínio da vergonha alheia. Como a Patrícia Travassos e sua série de propagandas pra fazer cagar.
Ontem eu vi mais uma dessas coisas. Tony Ramos pagando de DJ. Bizarro? Está mais para a categoria “oh meu deus nem por todo o dinheiro do mundo”

Oh! It’s good to be back!
Essa é a primeira frase de Tony Stark no filme e realmente, é bom vê-lo de volta. Homem de Ferro 2 tinha uma missão difícil: superar a ótima primeira adaptação do herói, lançada em 2008.
E pode-se dizer que conseguiu. Ainda que tenha algumas falhas (a presença da Viúva Negra por exemplo foi praticamente dispensável), o filme é extremamente divertido.
A história começa logo após o fim do primeiro, com Anton Vanko, ex-colaborador da Stark Industries, vendo Tony Stark revelando ser o Homem de Ferro na televisão e seu filho, Ivan (Mickey “Como assim já fui sex symbol?” Rourke) prometendo que ia se vingar dele. Ao mesmo tempo, Stark tem que brigar com o governo americano, que quer os segredos do Homem de Ferro e lutar contra o envenenamento causado pelo paládio presente em seu coração artificial, tudo culminando em uma mega-batalha na Stark Expo 2010.
Ah, e não podemos esquecer das ligações com o filme dos Vingadores, representados pela presença da Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Nick Fury (Samuel L. Jackson), a importância vital que o escudo do Capitão América tem pra trama e menções ao Thor.
Enfim, vale muito a pena assistir. E que venha Thor!

A nova aventura cinematográfica do trio mais bam-bam-bam do cinema (Tim Burton, Johnny Depp e Helena Bonham-Carter, aka A Mulher Mais Assustadora do Mundo) tinha tudo pra ser excelente: um texto extremamente popular, história non-sense e pessoas competentes na adaptação. Mas assim como a nova versão de Planeta dos Macacos e, em menor grau, a de A Fantástica Fábrica de Chocolates, a mistura final não deu liga.
A história é, na verdade, uma continuação do livro. Alice, com quase 20 anos vai ser pedida em casamento e foge ao ver um coelho de jaqueta. Acaba caindo de novo em Wonderland (Underland no filme), onde terá que ajudar a Rainha Branca a retomar o trono, depois que a Rainha Vermelha (que no filme é uma mistura desta com a Rainha de Copas) o tomou com a ajuda do Valete de Copas.
Não que o filme seja ruim. É apenas… nhé. Você não se sente envolvido em momento nenhum, não torce para a Alice se dar bem… aliás, nunca parece que ela está correndo algum perigo, nem mesmo na luta final contra o Jabberwocky (nada emocionante, por sinal).
O 3D também não ajudou em nada. Várias vezes parecia que apenas os personagens em primeiro plano estavam tridimensionais, enquanto o fundo ficava chapado. Outras horas os personagens pareciam estar em planos diferentes, apesar de estarem conversando frente a frente. E ai, que constrangedor a dancinha em CG que o Chapeleiro (Johnny Depp) faz.
Os personagens vão e vem e vão ao sabor do vento, sem muito quê nem porquê. Ao cão, por exemplo, que estava preso no início do filme, é prometido a liberdade dele e de sua família se ele pegar a Alice. Porém, ao encontrá-la, muda subitamente de ideia porque tem raiva da rainha Vermelha – e depois disso passa a rodar livremente pelos reinos, indo até a Rainha Branca e voltando sem problemas…
Os únicos personagens que realmente roubam a cena no filme são as duas Rainhas. A Vermelha (Helena Bonham-Carter) por seu visual caricato e suas extravagâncias (mesmo repetidas à exaustão, o “Cortem-lhes as cabeças!” é sempre legal de ouvir). A Branca (Anne Hathaway) pelo seu andar. Sério, TODAS as vezes que ela caminhava eu ria. TODAS.
Mas no final, não, isso não salva o filme. Dou 6,5.

E o Diamond Mall está fazendo a Escola Botafogo Praia Shopping de brindes. Aliás, já está no mestrado, olha só a promoção de Natal do shopping:
Gastando R$400 em compras, você ganha um lindo panetone!!!!!
Isso mesmo: QUA-TRO-CEN-TOS reais. Um PA-NE-TO-NE. Aquele que custa 7 reais na padaria da esquina.

Olha, não sou muito fã de futebol, e teria mais coordenação se usasse o pescoço que o pé pra chutar uma bola, mas acho que nem eu tenho a capacidade de fazer o que o cara do vídeo fez:
WHAT’S HE DONE?!? WHAT’S HE DONE?!?

Esse vídeo é genial!!!
Estrelando Diddy Lama, Mother T e Nelson ‘The Man’ Dela
HIS HOLINESS IS IN DA HOUSE!

Vídeo bacana dos Muppets cantando o clássico do Queen Bohemian Rhapsody:
Isso me fez lembrar do melhor cover da música na minha opinião, em Quanto Mais Idiota Melhor. Party Time! Excellent!

Propaganda no imageshack.us:
Ainda bem que spammers e scammers em geral são stupidos como uma porta, senão estávamos todos em sérios apuros. Apesar que de vez em quando eu tenho vontade de saber o que aconteceria se eu pulasse corda mais rápido que a moça peituda…

…afinal, o que sobra depois de destruir o mundo?

2012, o mais novo filme de destruição em massa do Roland Emmerich (Independence Day, Godzilla, O Dia Depois de Amanhã), leva ao extremo o conceito. Depois de destruir monumentos mundiais, Nova Iorque e o hemisfério norte, sobrou “apenas” acabar com o mundo. E pra isso ele busca inspirações nos mais variados filmes, como Volcano, Poseidon e Independence Day.
Tudo começa em 2009, quando descobrem que neutrinos expelidos pelo vento solar mutaram (o_O) e estão reagindo com o núcleo terrestre, o que vai destruir o mundo. Na verdade mesmo a explicação é o que menos importa nesse tipo de filme, já que todos estamos ali para ver o caos!

E que caos! California? Adeus. Vaticano? Vai com deus. Rio de Janeiro? Acho que a essa altura todos já viram o Cristo ruindo (aliás, com uma narração bem bizarra da Globo News, hehe). Mas nada disso tem problema, já que o que importa mesmo é a salvação da família principal, claro. Então dá-lhe carros desviando de prédios e bolas de lava e aviões escapando de poeira vulcânica e mais prédios.
O pior de tudo é que é empolgante! Bem, a história é fraca, e o roteiro tem buracos enormes, mas estranhamente você não se sente enganado ao sair da sessão, hehehe. Resumindo com uma frase do twitter:
2012. É tão ruim quanto parece, mas é bem divertido!!


Sabe, tem uma coisa que até faz a gente perdoar a HBO, Showtime e outras redes de TV a cabo americanas de produzirem séries com tão poucos episódios por temporada (são só 13, em média): Elas passam justamente no intervalo das séries “comuns”.
Claro que tem o fato delas serem excelentes, o que faz a espera de mais de seis meses ficar quase insuportável (ainda bem que temos as séries “comuns” para passar o tempo, hehehe), mas seria muita informação pra nossa cabecinha se todos os seriados dos EUA passassem no período de setembro a maio…
Até agora, já estrearam nos EUA:
Ainda tem:
O bom é que tem série para todo e qualquer gosto: ação (Burn Notice), comédia (Entourage), comédia de humor negro (Nurse Jackie), dramédia (Weeds), e drama com toques sobrenaturais (True Blood). Se quer uma recomendação para o que ver durante a entressafra, qualquer uma das cinco acima caem muito bem!
De presente, a bizarra abertura de True Blood: